.'. Kleber Cavalcante de Sousa

sexta-feira, 6 de março de 2026

O Amor que Transcende a Vida

 

Fonte: Imagem gerada por IA.


Entre os muitos sentimentos que habitam a experiência humana, poucos são tão profundos e transformadores quanto o amor. Ele se manifesta de inúmeras formas, atravessa gerações e, por vezes, parece desafiar até mesmo os limites da própria vida.

Desde a Antiguidade, o ser humano busca compreender esse sentimento. Os gregos, por exemplo, distinguiam diferentes formas de amar: Eros, a paixão intensa; Philia, o amor da amizade e da convivência; e Ágape, o amor incondicional e generoso. Já a palavra amor, de origem latina, remete à ideia de afeição, amizade e profundo apego entre as pessoas.

Ao longo da história, filósofos também tentaram compreender a força desse sentimento. O filósofo alemão Arthur Schopenhauer afirmava que o amor é o centro invisível de muitos atos humanos, uma força que impulsiona decisões e conduz as pessoas a gestos muitas vezes inesperados. De maneira provocadora, Friedrich Nietzsche observava que aquilo que se faz por amor frequentemente ultrapassa as fronteiras do bem e do mal, tamanha é a intensidade desse sentimento.

No entanto, mais do que nos livros ou nas reflexões filosóficas, o amor revela sua verdadeira dimensão nas histórias silenciosas da vida cotidiana. Se estivermos atentos, perceberemos que há inúmeros exemplos de pessoas que constroem suas vidas apoiadas nesse sentimento — unindo destinos, formando famílias e compartilhando sonhos.

Foi justamente ao observar a vida que me deparei recentemente com uma dessas histórias simples e, ao mesmo tempo, extraordinárias. Um casal que iniciou sua caminhada ainda no século passado. Trabalharam juntos, apaixonaram-se, aprenderam a respeitar um ao outro e construíram uma vida marcada pela parceria. Vieram os anos, as responsabilidades, as alegrias e também as dificuldades. Mesmo assim, permaneceram lado a lado.

Juntos criaram laços familiares, enfrentaram os desafios da saúde e da idade e seguiram caminhando na mesma direção. Não tive a oportunidade de acompanhar de perto toda a trajetória desse casal, mas aqueles que conviveram com eles afirmam que viveram um amor verdadeiro, daqueles que se fortalece com o tempo.

E talvez a parte mais tocante dessa história esteja no seu desfecho. Quando um deles partiu, o outro logo o seguiu, como se a vida tivesse apenas feito uma breve pausa entre duas jornadas que continuariam juntas.

Histórias assim nos lembram de algo essencial: em meio às pressas do cotidiano e às notícias que tantas vezes destacam apenas a violência e o conflito, o amor continua existindo — discreto, silencioso e poderoso.

Talvez o maior sentido da vida esteja justamente nisso: aprender a amar e deixar que esse amor ilumine o caminho daqueles que caminham ao nosso lado. Como ensinou Jesus de Nazaré, em uma das mensagens mais simples e profundas da história: amemo-nos uns aos outros.


quinta-feira, 5 de março de 2026

A JORNADA DA VIDA

Esses dias tenho refletido sobre a jornada da vida humana. Em meio à rotina, às obrigações e aos planos que fazemos para o futuro, às vezes esquecemos de observar com mais atenção o caminho que estamos percorrendo.

No universo conhecido, os seres vivos são sustentados por uma energia que mantém a vida pulsando em cada organismo. Entre todos eles, porém, o ser humano possui algo singular: a consciência e a capacidade de refletir sobre a própria existência. Vivendo em sociedade, desenvolvemos sentimentos, criamos laços e construímos relações que dão sentido à nossa caminhada. Ainda assim, a vida em sociedade continua sendo um fenômeno complexo, cheio de nuances difíceis de explicar completamente.

Quando pensamos na nossa chegada a este mundo e na nossa despedida dele, percebemos dois momentos profundamente marcantes para aqueles que nos cercam. No nascimento, quase sempre há alegria, abraços e expectativas. A família comemora, sonha e projeta para aquela nova vida um futuro repleto de possibilidades. Pais, parentes e amigos se aproximam para celebrar o crescimento da família e acolher aquele que acaba de chegar.

Já no momento do fim da jornada terrena, o cenário é diferente. O silêncio costuma substituir os festejos, e os encontros passam a ser marcados pela saudade e pela solidariedade. Amigos e familiares se aproximam para oferecer conforto, apoio e palavras de consolo àqueles que enfrentam a dor da perda.



Diante disso, surge uma pergunta inevitável: o que realmente importa durante o intervalo entre esses dois momentos? Talvez a resposta esteja na maneira como percorremos esse caminho. A vida nos apresenta desafios, batalhas e escolhas constantes. No entanto, o verdadeiro tesouro pode estar em chegar ao final da jornada com a consciência tranquila, sabendo que fizemos o melhor que podíamos e que, de alguma forma, ajudamos a tornar o mundo um pouco mais justo, mais humano e mais iluminado pelo amor.

HISTORIADOR LANÇA LIVRO SOBRE A FORÇA DAS REDES MAÇÔNICAS

 

NOVO LIVRO DO PROFESSOR KLEBER CAVALCANTE 

ABORDA A FORÇA DAS REDES MAÇÔNICAS NA EUROPA DO SÉCULO XIX




O professor Kleber Cavalcante apresenta ao público sua mais nova obra, A Maçonaria na era dos impérios: influência e sociabilidade maçônica na Europa do Século XIX, um estudo que investiga o papel das redes maçônicas no contexto das profundas transformações políticas e sociais que marcaram a Europa oitocentista. 

O livro propõe compreender como a Maçonaria se estruturou e atuou em meio à formação e consolidação de grandes impérios, bem como sua influência nos debates ideológicos e nos espaços de sociabilidade intelectual da época.

No primeiro capítulo, o autor oferece um breve panorama político da Europa no século XIX, destacando as mudanças provocadas pelas revoluções, pelo avanço do liberalismo e pelo fortalecimento de diferentes projetos imperiais. Esse contexto histórico serve de base para a análise do desenvolvimento da Maçonaria moderna.

O segundo capítulo aborda a Grande Loja de Londres e o processo de consolidação da Maçonaria Moderna, ressaltando a importância do modelo inglês para a organização institucional e ritualística das lojas. Em seguida, o terceiro capítulo analisa a relação entre o Império Britânico e a expansão da Maçonaria em suas colônias, evidenciando como as lojas funcionaram também como espaços de integração entre elites administrativas e militares.

A obra também dedica atenção especial à tradição maçônica francesa. No quarto capítulo, são discutidos os ideais iluministas e republicanos presentes na Maçonaria Francesa, enquanto o quinto capítulo examina as disputas ideológicas entre franceses e ingleses no campo maçônico, revelando diferenças de concepção política e institucional.

Nos capítulos seguintes, Kleber Cavalcante amplia o olhar para outros contextos europeus. São analisadas a atuação política e social da Maçonaria Italiana, sua relação com os movimentos de unificação, bem como a presença maçônica nos Impérios Austro-Húngaro e Alemão. Por fim, o livro aborda o surgimento da Maçonaria moderna na Rússia, completando um panorama amplo e comparativo.

Com abordagem histórica rigorosa e linguagem acessível, a obra contribui para compreender a Maçonaria como um importante espaço de circulação de ideias, sociabilidade e influência política na Europa do século XIX.


O LANÇAMENTO OFICIAL SERÁ NA PRÓXIMA ASSEMBLEIA MAÇÔNICA DA GRANDE LOJA MAÇÔNICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, em 14 de março de 2026, na cidade de Natal.


Já há eventos para o lançamento programados em Brasília e João Pessoa, além das principais cidades do Rio Grande do Norte.


domingo, 30 de novembro de 2025

MUROS SEPARAM, DIÁLOGOS UNEM

 Um novo mundo surgiu no período pós-pandemia, fruto de visões cada vez mais antagônicas do viver em “sociedade”. Conceitos e ideias já abandonadas voltaram à tona, que geram desconforto, discórdia e conflitos. Nesse cenário, observa-se um momento de muitas tensões, desconfiança e descrédito entre líderes mundiais e entre compatriotas, que dispostos em posições distintas em seus diversos campos sociais lutam para aumentar o seu poder e consolidar a sua forma de sociedade.

Como um mero expectador desse cenário global, percebo um maior acirramento dos ânimos e o surgimento de estruturas que novamente afastam as pessoas. Muros e cercas surgem nos horizontes das fronteiras das nações, a fim de proteger seus territórios de invasões e de conquistadores. Esses muros eram muito utilizados na Idade Antiga e serviam para proteger as cidades dos invasores.

Assim foi na Roma Antiga, Grécia e até na China, que construiu a Grande Muralha, ainda existente. Após a Segunda Guerra, foi construído o Muro de Berlim, a fim de separar e impedir o livre trânsito de pessoas na Alemanha. Felizmente, em 9 de novembro de 1989, uma quinta-feira, o muro foi transposto e depois derrubado pelos berlinenses.

Ao mesmo tempo, as pessoas começam a viver de forma mais isolada, construindo barreiras que as distanciam de colegas, parentes e conhecidos. O que não é o ideal, pois o que fez o ser humano se desenvolver e expandir pelo globo terrestre, consolidando o domínio do planeta, foi exatamente a sua capacidade de socialização e seu raciocínio, dentre outros fatores, como afirma o historiador Yuval Harari.

Desse modo, compreendo que a melhor maneira de transpor esses obstáculos e superar esses muros da separação entre as pessoas, grupos e nações ocorrerá por meio do diálogo. Porém, isso exigirá de todos um esforço considerável para desconstruir conceitos e buscar compreender a visão do outro, de modo a juntos construir pontes e meios de transpor os muros criados. Assim, com diálogo e compromisso, é possível criar uma cultura de confiança e credibilidade, a fim de que todos possam se respeitar e viver em paz.

sábado, 9 de março de 2024

Professor Kleber Cavalcante lança "Os Pedreiros Livres na Província do Rio Grande do Norte"


A HISTÓRIA DA MAÇONARIA NO RN


A trajetória de um pesquisador exige muito esforço intelectual, paciência e disciplina. Nossas pesquisas históricas centram-se na política do século XIX, especialmente na província do Rio Grande do Norte. 

O Rio Grande do Norte viveu, naquele período, momentos de grande efervescência política e social, com os seus principais grupos políticos disputando a hegemonia do campo político e da imprensa. E nesse contexto, observa-se que havia um ponto de congruência entre esses grupos, que era a Loja Maçônica, denotando que aqueles maçons eram confrades naquela sociedade, mesmo que na política estivessem em lados opostos, quer como conservadores ou como liberais.

O Livro "Os Pedreiros Livres e a defesa da Causa Maçônica na Província do Rio Grande do Norte" abordará essa e outras questões, a partir de uma pesquisa minuciosa e de um manancial de fontes.

Esse é o primeiro livro da SÉRIE HISTÓRIA DA MAÇONARIA, que abordará a trajetória da Ordem Maçônica na Província do Rio Grande do Norte.




Maiores informações sobre o autor ou o livro

@klebernatal









quinta-feira, 29 de julho de 2021

Empreender e Inovar em uma Organização Pública Militar: Missão desafiadora e honrosa.

Comando do CBM/RN e Coordenadores do Curso


A palavra empreender em geral é associada a empresas, negócios e lucratividade. Falar em empreender no serviço público e na gestão pública, até bem pouco tempo, era um mito. Contudo essa missão tem sido desmitificada, por meio de iniciativas ousadas e planejadas, de modo a contribuir na transformação das organizações públicas em ambientes de maior produtividade e efetividade na realização de seus serviços e atividades.

Entretanto, ainda há resistências em promover uma cultura empreendedora nas organizações públicas, o que exige da gestão estratégica vontade de inovar, visão estratégia e poder para implementar essa cultura, de modo a transformar as organizações em ambientes transformadores e não em espaços burocráticos ou de mero atendimento de pessoas e despachos de processos. 

No entanto, observamos que há gestores com um perfil corajoso e de ousadia, que estão decididos a transformar a realidade das suas organizações e nesses casos, contribuem para que a Inovação aconteça e assim cria-se uma cultura empreendedora. Quando o corpo diretivo da organização trabalha em conjunto para torná-la melhor, mais eficiente e efetiva, certamente as demandas da sociedade serão atendidas com muita presteza, economia de recursos e garantindo mais satisfação, de modo a essa organização ser reconhecida como um modelo de gestão e geradora de impacto social.

Etimologicamente a palavra empreender significa "a capacidade de pensar e executar uma tarefa". Com o passar dos anos ela ganha outros significados, e atualmente compreende-se que empreender é: realizar, transformar, gerar impacto na vida das pessoas e organizações. É importante destacar, que nenhuma organização privada ou pública conseguirá ser empreendedora sem investir nas pessoas e nas melhorias dos processos, neste sentido, quero aqui registrar a coragem e a capacidade de realização do comando do corpo de bombeiros militar do Rio Grande do Norte, quando aceitou de forma bastante inovadora ser parceiro na implementação de um curso de extensão de 120h em Empreendedorismo e Inovação na Gestão Pública: CBM/RN, realizado em 2019, que capacitou mais de 20 oficiais gestores da organização e gerou 10 projetos inovadores a ser implementados na organização, e provavelmente, gerando soluções inovadoras, e talvez, a primeira GOVTECH militar do Brasil. 

É possível sim, inovar e empreender na administração pública, contudo exige coragem, planejamento, dedicação e vontade de transformar o nosso mundo para melhor. Qualidades essas identificadas naqueles que dirigem o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte, na atualidade.

Tenho orgulho de ter contribuído, na coordenação desse projeto, com o Professor Glaucio Brandão,  iniciativa inovadora e que em breve será continuada, com a segunda edição desse projeto, agora para capacitar e formar mais 30 oficiais militares do Estado do Rio Grande do Norte.

Parabéns ao Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte e a todo o seu corpo de oficiais diretivos, e corpo de praças, por pertencer a essa organização centenária, que agora está transformando-se, em uma organização pública militar Inovadora e Empreendedora.


quarta-feira, 14 de abril de 2021

UMA UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA

Ao olhar para a história da humanidade observamos que o conhecimento científico sempre exerceu um papel fundamental para transformar o mundo em que vivemos. E nesse contexto, é preciso reconhecer que o surgimento e a expansão das universidades, polos de difusão do conhecimento, foi um fator determinante para que a humanidade conseguisse progredir e oferecer melhores condições de vida a uma considerável parte da sociedade global, em virtude de concentrar de forma espacial estudiosos, professores, pesquisadores e alunos.

Nos últimos 50 anos, as mudanças globais (tecnológicas, ambientais, econômicas e sociais) tem ocorrido em um ritmo alucinante e impactado a vida dos seres humanos em todo planeta. Organizações surgidas no período entre guerras e baseadas nos princípios da revolução industrial estão desaparecendo e gerando espaço para o surgimento de um novo modelo de organização baseada no conhecimento, na comunicação e nas tecnologias, com alto poder de atuação global e pequena dependência do ser humano. Observamos a máquina e a inteligência artificial ocupar o espaço humano e assim centenas de profissões desaparecerão e as pessoas que não se prepararem e desenvolverem novas competências perderão a sua utilidade técnica na sociedade.

As Universidades são centros de pesquisa e difusão do conhecimento, além de pesquisas, precisam contribuir na formação de pessoas mais qualificadas e capazes de enfrentar os desafios que se apresentam no mundo contemporâneo. Essas qualificações e competências vão além da formação técnica profissional, exigindo que seja oferecido oportunidades e condições das pessoas desenvolverem as competências sócio emocionais, denominadas softskils.

Neste sentido, considero essencial o incentivo as atividades no ambiente acadêmico que possibilitem o desenvolvimento de competências empreendedoras e que favoreça o surgimento de uma cultura empreendedora na Universidade, por meio de ensino e práticas de empreendedorismo. Essas atividades são fundamentais para aquelas Instituições de Ensino Superior - IES que desejam ser consideradas Universidades Empreendedoras. Outrossim, acredito que apoiar, articular e estimular a criação de empresas juniores nos cursos da IES têm um papel fundamental nesse processo de transformação da sociedade, pois possibilita aos alunos e professores vivenciarem a experiência prática do exercício profissional no mercado, de modo a conhecer as suas peculiaridades, testar seus conhecimentos técnicos, além de exigir o desenvolvimento de novas competências, relacionadas as atividades comerciais, de comunicação, de inovação e relacionamento pessoal e de atitudes e empreendedoras. Portanto, essas experiências empreendedoras contribuíram para complementar a formação dos futuros profissionais.

O historiador Yuval Noah Harari, em seus livros, assevera que milhões de pessoas em todo o mundo poderão perder suas capacidades laborativas, pois serão substituídos pelo trabalho das máquinas, em função do aumento da robotização e da inteligência artificial. Para sobreviver profissionalmente e continuar a ter uma vida de progresso será preciso que elas se reinventem e aprendam novas profissões, nas quais a máquina não possa os substituir.

Neste mesmo sentido, Alvin Toffler, pesquisador americano do século XX, ao falar sobre as tendências de cenários para o futuro, já previa que “o analfabeto do século XXI não será aquele que não conseguir ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender”.

Apesar de a construção de um ecossistema empreendedor envolver vários fatores, entendo que o maior investimento no qual uma IES precisa realizar para tornar-se uma UNIVERSIDADE EMPREENDEDORA deve ser no desenvolvimento de competências empreendedoras em sua comunidade acadêmica e assim construir uma cultura empreendedora, comprometida em transformar a vida da sociedade ao seu redor, por meio de pesquisas aplicadas e pela formação holística de seus discentes, de modo a torná-los jovens empreendedores e senhores do seu destino.


BIBLIOGRAFIA

BURKE, Peter. A social history of knowledge from the Encyclopédie to Wikipedia. Cambridge: Polity Press. 2012. [Edição brasileira: Uma história social do conhecimento, II. Rio de Janeiro: Zahar. 2012.]

HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. Editora Companhia das Letras, 2018.

HECKMAN, James J.; KAUTZ, Tim. Hard evidence on soft skills. Labour economics, v. 19, n. 4, p. 451-464, 2012.

ROBLES, Marcel M. Executive perceptions of the top 10 soft skills needed in today’s workplace. Business communication quarterly, v. 75, n. 4, p. 453-465, 2012.

SOUSA. Kleber Cavalcante de. Liderança Empreendedora: um novo líder para um novo mundo. Natal: AMRA, 2017.

TOFFLER, Alvin. A terceira onda. Rio de Janeiro: Record, 1980.


quinta-feira, 21 de maio de 2020

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E A REDUÇÃO DE CONFLITOS


Comunicação assertiva e sua importância.

A comunicação exerce um papel central nas relações organizacionais, e é vista como um fator determinante para o desenvolvimento das organizações. Maximiano (2007) ressalta que a comunicação contribui para o desenvolvimento de negociações, produtos, orientação e avaliação de desempenho, o que, para a administração, exige um alto nível de capacidade de comunicação, já para Sousa (2017) ela é uma importante ferramenta para a integração de qualquer grupo de trabalho, sendo considerado um dos maiores desafios do líder moderno.

Aqueles que são bons líderes geralmente também são bons comunicadores. Ser um bom comunicador não significa apenas ter a habilidade de um grande orador, mas é necessário ter assertividade na hora de expor as ideias. O bom comunicador precisa ser claro e conciso nas suas falas e exposições. Assim, os líderes de sucesso são assertivos e efetivos em transmitir suas mensagens na maioria das vezes.

A assertividade é a capacidade de nos expressarmos de forma clara, direta e objetiva, utilizando métodos possibilitem ao outro a compreensão exata da mensagem que queremos dizer. Um líder que possua habilidade de se comunicar de forma assertiva demonstra autoconfiança, sabe manifestar sua opinião de forma transparente e é mais capaz de expressar as suas decisões, contribuindo na execução das suas ações com eficácia e efetividade.

Problemas de comunicação no ambiente pessoal e organizacional possuem um poder de desencadear diversos problemas nas relações pessoais e organizacionais. No ambiente organizacional, uma comunicação falha gera muitos problemas de conflitos e de produtividade.

Neste sentido, Robbins (2010) afirma que a comunicação deficiente é provavelmente a principal fonte de conflitos interpessoais no trabalho. Já para Sousa (2017) o líder que não consegue se comunicar com as pessoas e em especial com os colaboradores têm dificuldade para alcançar os seus objetivos e não consegue cumprir eficazmente a sua missão.

Diante disso, a comunicação assertiva é de fundamental importância, pois, a partir do momento que as informações e as mensagens que se quer e que precisam ser transmitidas, realmente e verdadeiramente, são passadas com transparência, objetividade, clareza, coerência e coesão, as chances de que a sua interpretação seja correta e de que um bom trabalho seja executado aumentam de forma considerável.

Assim, através de tudo isso, há uma redução significativa nos conflitos internos, permitindo, dessa maneira, que os profissionais que fazem parte da empresa trabalhem de forma coesa e em equipe, para conquistarem cada vez mais resultados extraordinários, individual e coletivamente.

Abaixo apresentamos algumas características de um comunicador assertivo
·      Inteligência emocional: Explana com serenidade e sabe ouvir atentamente os outros.
·      Gestos: Seus gestos estão relacionados com as suas falas..
·      Sentimento: As suas palavras expressem emoção e para tanto é preciso falar com   segurança, confiança e honestidade.
·      Coerência: Demonstra que a sua conduta está alinhada com as suas falas.
·      Respeito: Respeita as pessoas e as suas opiniões. Usa sempre linguagem respeitosa e nunca  expresses chulas.

REFERÊNCIAS
MAXIMIANO, A. C. Introdução à administração.10. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 
ROBBINS, S. P. Comportamento organizacional. São Paulo: Prentice Hall, 2010. 
SOUSA, K. C de. Liderança empreendedora. Natal: AMRA, 2017. 

quinta-feira, 4 de julho de 2019

PROFESSORES EMPREENDEDORES

Projeto da UFRN realiza capacitação em empreendedorismo para professores de escolas de ensino fundamental dos municípios de Natal/RN e Parnamirim/RN.







O Cidade Empreendedora é um projeto piloto que seu principal objetivo é contribuir na construção de uma cultura empreendedora em Natal/RN. Inicio-se em 2018, e capacitou mais de 60 professores de escolas de ensino fundamental em empreendedorismo e competências empreendedoras, contribuindo assim,  na formação empreendedora dos alunos e na sua formação profissional.



O projeto continua em 2019....

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Empreendedorismo e Inovação na Gestão Pública


Em parceria com o Professor Gláucio Brandão (ECT/UFRN) estamos executando essa ação institucional da Coordenação de Empreendedorismo da UFRN em parceria com a incubadora inPACTA, que visa aperfeiçoar a gestão pública, através da gestão da inovação e do desenvolvimento de competências empreendedoras nos gestores públicos. Iniciamos esse projeto, com uma parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do RN. 



O curso de extensão capacitará mais de 20 oficiais do Corpo de Bombeiros, e foi planejado para ser executado em 4 módulos, que abordam a gestão inovadora de pessoas, a administração estratégica, a gestão de processos projetos e a implementação de projetos na corporação.

Turma de oficiais Bombeiros Militar do
Curso Empreendedorismo e Inovação na Gestão Pública