.'. Kleber Cavalcante de Sousa

terça-feira, 9 de julho de 2013

RN - PORTAL DO ATLÂNTICO SUL




  O aeroporto de São Gonçalo do Amarante sempre foi considerado como um novo aeroporto para o RN. Inicialmente evidenciado com um aeroporto de cargas e para os voos internacionais foi considerado como a entrada e saída de produtos e pessoas da Europa, Ásia e África para o continente americano, isto em razão da sua localização estratégica, e da extensa área  disponível para a instalação dos galpões das empresas que desejassem trabalhar com logística, além de se localizar numa área próxima a ZPE – Zona de processamento de Exportações de Macaíba - lembro que o RN já serviu como um trampolim para a vitória, e agora pode ser o PORTAL DO ATLÂNTICO SUL. 
Recentemente tenho acompanhado na mídia que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante irá substituir as atividades comerciais do Aeroporto Augusto Severo, o que acho um sério risco para a economia do Rio Grande do Norte, visto que este novo terminal aeroportuário não foi inicialmente pensado e planejado para os voos domésticos, mas sim para servir de um emissor e receptor de pessoas e cargas em nosso continente, sendo um grande local para conexões para os voos internacionais, assim como o é Recife e Salvador. 
A classe política de nosso estado precisa se mobilizar para viabilizar a manutenção em atividade do Aeroporto Augusto Severo, e fazer que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante funcione como um terminal de Entrada para os Grandes Aviões, sendo o ponto de parada dos voos intercontinentais, e um grande ponto de apoio a ZPE de Macaíba, e neste sentido o governo do RN precisa agir oferecendo benefícios fiscais, e construindo a infraestrutura necessária para contribuir na implantação e consolidação deste novo terminal aeroportuário, em nosso estado. Por outro lado, acredito que é preciso a manter o funcionamento do aeroporto Augusto Severo, como um aeroporto de caráter doméstico para companhias que comerciais e regionais, aumentando o número de rotas comerciais que tenham Natal como origem e destino, o que aumentará o número de empregos e renda na economia local, através do turismo e das atividades ligadas a esta importância indústria.
ARTIGO PUBLICADO NO JORNAL DE HOJE - 09 de maio de 2013.

terça-feira, 2 de julho de 2013

INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PESSOAS - PROINOVA

Ministrando o módulo de Inovação na Gestão de Pessoas, do Projeto PROINOVA, no Polo de Natal. O PROINOVA é um projeto executado para PROMOVER A INOVAÇÃO junto às pequenas e micro-Empresas do Rio Grande do Norte.
Em todo o Rio Grande do Norte são mais de 70 empresas sendo capacitadas para a INOVAÇÃO através do PROINOVA, que envolve Professores das Instituições de Ensino Superior Públicas do Rio Grande do Norte ( UFRN, UFERSA, UERN,IFRN), e sob a égide do SENAI, que é órgão Gestor do Projeto, indústrias dos diversos segmentos da Indústria Potiguar se capacitam para Inovar e Empreender.


Emprendedores participantes do PROINOVA - NATAL

domingo, 12 de maio de 2013

O MUNDO PRECISA DE EMPREENDEDORES SOCIAIS



O acelerado desenvolvimento tecnológico e industrial do mundo moderno, associado aos ilimitados desejos dos seres humanos gera uma série de problemas para a sustentabilidade, entre eles destacam-se: O lixo, a poluição do ar e dos rios, poluição dos mares e oceanos, a devastação das florestas, e as doenças sociais e emocionais na população causadas pelo stress e pelo excesso de trabalho e pelas frustações da vida moderna.
Por outro lado, observa-se cada vez mais a incapacidade dos Estados modernos de proverem todas as necessidades de seus cidadãos, que a cada dia estão mais exigentes e com mais necessidades para serem atendidas. Assim, percebe-se uma crise nos serviços de saúde, educação, segurança, trânsito e transporte urbano, crise esta causada pela falta de planejamento de médio e longo prazo nas políticas públicas, a fim de tornar os aparelhos estatais mais preparados para melhor servir os seus cidadãos.
Neste contexto, surgem as organizações sociais, também denominadas OSCIP – Organizações Civis de Interesse Público – que são voltadas para atender as demandas da sociedade e que não visam obter lucro, com seus serviços. Estas organizações surgem através de pessoas que através da sua visão e da vontade de fazer o bem para contribuir para a melhoria de vida da coletividade, institucionalizam as suas ideias e projetos, e através de suas organizações executam e implementam atividades para atingir este fim, que é a melhoria de vida das pessoas. 
            Estes líderes de visão, capazes de sonhar e que planejam e conseguem executar atividades para atingir seus sonhos, contribuindo para a melhoria da vida das pessoas, são denominados de empreendedores sociais. Eles são os responsáveis por criar e executar atividades que possam transformar a vida e a realidade de pessoas ou de um grupo de pessoas.
            Na visão de Fischer (2011) e Parente et. al. (2011) os empreendedores sociais buscam incrementar o desenvolvimento socioambiental de comunidades que não se desenvolveram, realizando inovações sociais e aplicando técnicas de gestão para promover um valor social, e assim promover a inclusão social das pessoas destas comunidades.
           Ao empreendedor social cabe a missão de criar as condições necessárias para contribuir na formação de cidadãos, tornando-os mais capazes para suplantarem os obstáculos do seu dia-a-dia, e assim contribuir para que os mesmos sejam mais auto- sustentáveis.
            A ASHOKA (2012) é uma organização que foi criada para apoiar e desenvolver empreendedores sociais, ela define os empreendedores sociais, como:
“Indivíduos visionários que possuem capacidade empreendedora e criatividade para promover mudanças sociais de longo alcance em seus campos de atividade. São inovadores sociais que deixarão sua marca na história”.
É através deste trabalho destes empreendedores sociais que o mundo vai mudando e se tornando um lugar melhor de se viver.
Os empreendedores sociais são idealistas e são missionários, trabalham e se esforçam para alcançar seus objetivos, que na maioria das vezes estão relacionados com a geração de felicidade ou de melhores oportunidades para que as pessoas possam viver. Combater a pobreza, diminuir a fome, gerar emprego e renda, diminuir a violência e a contribuir na formação e educação das pessoas são alguns dos problemas que os empreendedores sociais podem trabalhar para resolver.
A criação de organizações de caráter social ou o desenvolvimento da cultura da responsabilidade social em organizações públicas e privadas é uma importante ação estratégica do Empreendedor Social, que contribui para a construção de um exército de pessoas trabalhando pela construção de um mundo melhor.
            Ser empreendedor social é ser comprometido com a geração de idéias, estratégias e ações voltadas para mudar a vida das pessoas, tornando-as mais produtivas, mas felizes e mais saudáveis, e isto pode ser feito através da liderança, da ética, da persistência e da prudência.
No mundo contemporâneo há diversas organizações voltadas para ajudar e contribuir para melhorar a vida das pessoas, mas este esforço ainda é insuficiente, em razão dos diversos problemas do mundo, assim os empreendedores sociais são considerados essenciais para melhorar o mundo contemporâneo.

 REFERÊNCIAS
ASHOKA – Organização mundial sem fins lucrativos. 2013. Disponível http://www.ashoka.org.br. Acesso: 13 Maio 2013. 
FISCHER, R. M. Empreendedorismo social: apontamentos para um debate. In:. In: SOLA, L. (Org.) Políticas Sociais – Ideias e Práticas. São Paulo: Editora Moderna, p. 183-286, 2011.
PARENTE, C.; COSTA, D.; SANTOS, M.; CHAVES, R. R. Empreendedorismo ocial: contributos teóricos para a sua definição. In: Encontro Nacional de Sociologia Industrial, das Organizações e do Trabalho: Emprego e Coesão Social: Da Crise De Regulação À Hegemonia Da Globalização, 14 .2011, Lisboa.. Anais... Lisboa, 2011.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

INOVAR É



A inovação é a introdução de algo novo em qualquer atividade humana. Ela é o vetor de desenvolvimento da sociedade e afeta diretamente a melhoria da qualidade de vida. Para as organizações, inovar significa introduzir algo novo ou modificar substancialmente algo existente.
A criação das primeiras ferramentas, utensílios e armas demonstra a capacidade do homem em produzir e ou desenvolver coisas novas, visando melhorar as suas condições de vida. Sempre que nos referimos à descoberta do fogo, à fala, à invenção da roda, à invenção dos números, à escrita, à matemática, à música, à agricultura, à criação das cidades, à invenção da moeda, ao papel, à religião e à psicanálise, entre outros, estaremos falando de exemplos do gênio criativo e inovador do ser humano.
O homem inova constantemente, buscando satisfazer suas necessidades físicas, lógicas e emocionais.
Há diversas formas de ver a inovação:

·         Hamel e Prahalad, em sua obra competindo pelo futuro destacam que: “Inovação é adotar novas tecnologias, que aumentam a competitividade da companhia.”

·         Peter Drucker, em Inovação e espírito empreendedor afirma que : “Inovação é atribuir novas capacidades aos recursos existentes na empresa, gerando riqueza.”

·         Ernest Gundling, em The 3M way to Innovation, define a inovação da seguinte maneira: “Inovação é = novas ideias + ações que produzem resultados”.

Já para o Manual de Oslo: A Inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas.

As inovações podem ser de 4 tipos:
. produto;
. processo;
. marketing; e
. organizacional.


Bibliografia


MATOS, J. F.; STOFFEL, H. R.; TEIXEIRA, R. A. Mobilização Empresarial pela Inovação: cartilha: gestão da inovação. CNI – Confederação Nacional da Indústria. 47 p: il.  Brasília, 2010.
 Manual de Oslo, OCDE – Diretrizes para a coleta e interpretação de dados sobre Inovação. 3ª ed., Tradução FINEP, 2007, Disponível em: www.finep.org.br.
PRAHALAD, C. K.; KRISHNAN, M.S. A nova era da inovação: a inovação focada no relacionamento com o cliente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
SCHUMPETER, Joseph. Teoria do Desenvolvimento Econômico. São Paulo: Nova Cultural, 1985.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

DESENVOLVENDO LIDERANÇAS

Nos dias 22 e 23 de fevereiro ministrei um CURSO para a equipe de colaboradores da NOSSA CLÍNICA - MOSSORÓ/RN, com o objetivo de desenvolver líderes, e trabalhar a integração das pessoas. 

Neste encontro  estavam presentes gerentes, e colaboradores, e foram abordados temas como :
Empreendedorismo, Liderança, Inovação, Ética, Comprometimento, Trabalho em Equipe, Ousadia, Planejamento, Qualidade, Processo decisório, entre outros.


O objetivo da nossa clínica é ser uma empresa referência na prestação de serviços médicos e de Saúde em Mossoró/RN, e  fico feliz em ter contribuído para este fim!

Agradeço a direção da Nossa Clínica pelo convite e a seus colaboradores pelo comprometimento e participação efetiva durante os momentos do encontro.